Restaurantes de Madrid

Os 10 Melhores Restaurantes de Madrid

Restaurantes há muitos, a dificuldade está na escolha. Esta é a nossa lista com os 10 melhores restaurantes de Madrid que não irá querer perder.
Escolher um grupo musical, um filme para ir ao cinema ou um vestido para uma ocasião especial pode ser eventualmente uma tarefa complicada. O mesmo acontece com os restaurantes. Escolher pode ser difícil porque a oferta gastronómica em Madrid é imensa e variada. Apesar disso, vamos fazer um esforço para lhe dar a conhecer os 10 melhores restaurantes de Madrid, ou pelo menos os que têm a melhor relação preço/qualidade e que se têm vindo a manter em destaque no agitado mar gastronómico da capital espanhola. Tome nota.
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Taberna Arzábal

Álvaro Castellanos e Iván Morales começaram as suas andanças no ano de 2009 com a abertura da Taberna Arzábal, um pequeno local em frente ao Retiro que numa questão de meses conseguiu alcançar o prémio de restaurante revelação da Guía Metrópoli e transformar-se no novo centro de peregrinação para os amantes das tapas e dos produtos de época. A partir daí, o império gastronómico desta parelha de “chefs modernos” cresceu com outras propostas como Club A, Lovnis, Arzábal Reina Sofía, A Japanese Kirikata e Arzábal Chamberí.
Excelente matéria prima e criações que modernizam a tradição com um selo característico. Seriedade na sala, carinho na cozinha, vinhos singulares e ambiente festivo a qualquer hora do dia. Beba um copo de champanhe ou experimente os aperitivos e aproveite para fazer um jantar que se alongue até de madrugada. O convívio neste restaurante é melhor do que ir a uma festa.

Fismuler

Uma carta breve mas dinâmica e que varia todos os dias. Sobremesas feitas na hora e à lista, destilados macerados no local, uma oferta de vinhos 100% a copo, jarras para partilhar, café natural e uma decoração acolhedora baseada no conceito nórdico de mesas corridas que convidam a socializar.
O Fismuler é o lar de Nino Redruello e Patxi Zumárraga (La Ancha, Las Tortillas de Gabino, La Gabinoteca) juntamente com Alonso Martínez. É também um local inspirado nas novas correntes culinárias do norte da Europa que aposta na simplicidade, na frescura, na naturalidade da matéria-prima e na apresentação. É uma experiência gastronómica honesta e divertida para aproveitar mais à noite, com a actuação ao vivo de vários artistas.

Latasia

Três anos sabem a pouco aos irmãos Sergio e Roberto Hernández. No seu primeiro projecto a solo iniciaram uma nova etapa evolutiva, cujo objectivo é adaptarem-se aos gostos do público madrileno.
Localizado entre Cuzco e Bernabéu, esta casa de comida pouco típica conquistou os paladares mais exigentes desde o primeiro momento, mas continua a arriscar com uma proposta equilibrada que aposta em pratos diferentes para cada temporada.
Um conceito sensato e pouco purista das cozinhas latino-americana e asiática que tão bem conhecem e dominam, sempre com um forte traço espanhol, dando lugar a pratos imprescindíveis como o ramen de cozido, uma visão vanguardista do clássico japonês que já é um clássico do Latasia. Trata-se de um ramen cuja base de caldo é feita com todos os ingredientes do cozido madrileno, incluído o grão. Leva noodles em vez de legumes, um ovo mal cozido e marinado em soja, mirin, açúcar e uns bolinhos recheados com os restos das diversas carnes do cozido.

Verdejo

Apaixonada pelo vinho Jerez desde o seu começo nos fogões do Olivo, Arce ou Goizeko Wellington, Marian Reguera promove no Verdejo a singularidade destes vinhos através de casamentos perfeitos com saborosos salgados, escabeches e verduras da época. Na sua pequena taberna próxima da rua Goya, Marian e a sua sócia Carmen dão a estas versáteis etiquetas o lugar que merecem na gastronomia madrilena.
Enquanto sommelier, Reguero garante que não há nada que não harmonize com um Jerez. Combinar um vinho velho com qualquer tipo de prato é a coisa mais simples do mundo para ela. Verdejo é o melhor lugar de Madrid para perder a virgindade no Jerez, sobretudo quando acompanhado com as moelas de vitela salteadas com alho, escabeche de mexilhões, almôndegas de peixe, pés de porco desossadas ou um bife tártaro cortado à faca.

Bacira

O restaurante de Gabriel Zapata, Vicente de La Red e Carlos Langreo fez cinco anos junto à praça de Olavide, tendo celebrado o facto com um espectacular menu que recolhe os grandes êxitos da sua carta e também pratos inéditos especialmente pensados para a ocasião. Um menu que reflecte a evolução do Bacira, que em tão pouco tempo conseguiu conquistar os paladares mais exigentes de Madrid com a sua fusão asiático-mediterrânea e a vontade de testar técnicas cada vez mais complexas e produtos mais selectos, sem perder esse sotaque nipónico que já faz parte da sua identidade.
Assim, enquanto na carta se mantêm clássicos como o ravioli de pudim preto com pinhões, o ceviche de corvina, as almôndegas de rabo de touro, a enguia fumada com ricotta ou os niguiris, não deixam de chegar ao prato outras apetecíveis receitas que também podem ser acompanhadas com coquetéis. Uma delas é o Shabu Shabu de vaca galega com verduras da época e gelatina demi glacé. Tão belo por fora como saboroso por dentro.
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La Bien Aparecida

O Grupo Cañadío presta homenagem à padroeira da Cantábria com este grande restaurante, onde prova que para dar de comer a muita gente não é preciso descuidar a qualidade da cozinha, nem do serviço.
O restaurante La Bien Aparecida está instalado numa das ruas gastronómicas favoritas de Madrid para provar que é possível fazer bem as coisas. E este restaurante não é apenas mais um em que a decoração prevalece acima da comida.
O La Bien Aparecida tem vocação de catedral culinária. Cada detalhe, desde os tectos cruzados como nas igrejas, até às colheres e garfos que revestem as paredes nuas ou os bancos corridos, recordam um templo religioso, sem estridências, nem mostras de grandeza.
Na cozinha, José Manuel de Dios é o soberano com dois menus de degustação e sintetizam a sua busca pessoal pelos sabores e o tratamento magistral das verduras, os guisados ou os arrozes. O peixe (em especial a pescada) é outro dos seus fortes. E sim, também será convenientes deixar espaço para as sobremesas.

Araldo Arte del Gusto

Neste local com ares da Toscânia, a pizza não é comida rápida mas um manjar saudável com ingredientes de qualidade e que requer algum tempo para desfrutar. O Araldo é considerado com tendo uma das melhores pizzas de Itália, sendo agora uma jóia gastronómica que se pode provar também em Madrid, com o mesmo gosto pelo sabor, naturalidade e tradição do seu homólogo italiano.
A receita, estudada durante anos por Sonia e Vittorio em Itália, segue o saber fazer original: massa artesanal, ligeira e saborosa, suave por dentro e crocante por fora.
Utilizam farinha biológica semi-integral moída em pedra e livre de químicos, massa mãe com repouso de pelo menos 60 horas a temperatura e humidade controladas, e azeite extra virgem como base. Os ingredientes são sempre de origem italiana, como os tomates San Marzano DOP, a Mozzarella Fiordilatte ou os enchidos e queijos comprados aos melhores fabricantes, e que se podem comprar no “mercato” do restaurante. O resultado é uma pizza rica em fibra, vitaminas e nutrientes, com um aroma intenso e um sabor que nos transporta até à cidade de Romeu e Julieta.

Cantina Roo

Sabores 100% aztecas, produtos mediterrânicos e biológicos, cozinha refinada e a melhor selecção de tequilhas e mezcales de Madrid. A Cantina Roo é o restaurante mexicano que fazia falta na capital. Uma cantina com aspirações gastronómicas colocada em marcha pelo fotógrafo mexicano Óscar Polanco e que promove uma cozinha azteca pouco convencional.
Tradição sem estereótipos que começa na decoração (uma homenagem aos ex-votos e à arte urbana do México pintado pelo artista Juan Múgica) e que termina no prato, onde Guillermo Ortega (ex-Santceloni) se encarrega de tornar a experiência inesquecível. Nas suas mãos, a Cantina Roo sabe a México e a Espanha, mas também a Itália, França e até mesmo África.
São pratos imprescindíveis o ceviche de robalo e camarão, o taco de leitão, espuma de abacate, vinagrete de jalapeño e porco, e o ravioli com huitlacoche. Para sobremesa, o impressionante tamale de chocolate. As tortilhas são artesanais feitas diariamente. A horta só tem produtos biológicos. O bar é o espaço mais informal e tem menu próprio. Daqui saem as famosas margaritas picantes e viciantes para acompanhar guacamoles, aguachiles, cagüamas e tacos.

Ronda 14

Voltar à Ronda 14 é quase um vício, sobretudo quando se  tem a oportunidade de provar pratos saborosos com diversas propostas de sushi, ceviche, bao, gunkan, pato selvagem e pitu caleya. Esta é uma das últimas propostas do cozinheiro peruano Mario Céspedes para continuar a surpreender os comensais com os seus pratos de fusão. Ou o que é a mesma coisa, cozinha japonesa e andina com traços do receituário asturiano que não deixa ninguém indiferente, quer pelo preço comedido, como pelas propostas arriscadas (e acertadas) do seu conceito.
O andar de baixo deste restaurante local refinado e minimalista com um certo ar de taberna instalado nos arredores do bairro de Salamanca é um raw bar com bar próprio de sushi e pratos frios feitos à frente do cliente.

Viva Madrid

Não é um restaurante normal, mas um bar de coquetéis onde se pode comer, e comer bem. Diego Cabrera (Salmón Gurú) recupera o mítico Viva Madrid junto a Santa Ana e actualiza-o em forma de bar de coquetéis “fora do normal” com um sotaque madrileno e sugestivos pratos para partilhar.
Nas mãos do bartender argentino, este popular bar mantém os seus míticos azulejos de 1856 e a pequena esplanada em frente à saída de actores do Teatro Español, mas reabre modernizado e sem perder o seu espírito livre. Agora pode beber um “Bloody Mary”, tradicional ou em versão sherry com vinho de Jerez, ou então uma sangria.
Aproveite para passar a tarde em convívio ou esperar pelas 2 da madrugada à base de “medias combinaciones” (mistura de vermute e gim que Diego recuperou do esquecimento) no bar de trás, onde os coquetéis são reis.
Com uma decoração assinada por Lázaro Rosa-Violán, o novo Viva Madrid pretende recuperar antigas tradições em torno dos aperitivos e devolver a este bar histórico o esplendor de antigamente. Para acompanhar coquetéis clássicos como o “Pisco Punch” ou o “Old Cuban”, há música de jazz e boleros e uma carta de tapas criada por Estanis Carenzo e Pablo Giúdice (Sudestada).
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