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Visitar Roma, a cidade com vontade própria

romaPoucas cidades europeias têm a sua marca na história como Roma. Escolhemos visitar Roma sobretudo com o intuito de visitar e ficar a conhecer melhor o património arqueológico do Império Romano e também vivenciar aquele que é o modo de vida italiano, com bons momentos em esplanadas,  calcorrear a cidade em scooter e provar os principais pratos daquela que é uma das mais famosas palettes gastronómicas do Mundo.
Assim que aterrámos no Aeroporto de Roma Fiumicino começou uma das nossas melhores experiências em capitais Europeias. Rapidamente somos rodeados por edifícios de estilo mediterrânico, uns em tijoleira, outros com grandes varandas e percorremos longas avenidas até que entramos na zona histórica da cidade recheada de atrações turísticas, monumentos incríveis e recantos que nos geram curiosidade.
Quando reparamos, somos parte desta cidade cheia de vida e com um dinamismo contagiante.

Como ir do Aeroporto para o centro?

O aeroporto de Roma Fiumicino fica situado a aproximadamente 30 Km do centro da cidade. Para chegar rapidamente ao centro existem várias opções, mas optámos por apanhar o autocarro TerraVision. A viagem é muito confortável e demora cerca de 55 minutos, terminando na estação central de Roma.

Onde ficar?

Para visitar Roma é importante ficar alojado na zona mais antiga da cidade, não porque o sistema de transportes seja insuficiente, mas sim para tirar total partido de tudo o que a cidade nos pode oferecer. Assim, optámos pelo hostel Alessandro Downtown, um hostel simples mas muito confortável e extremamente bem localizado, a menos de 5 minutos a pé da estação central de Roma e a pouco mais de 10 minutos do fórum Romano. A relação qualidade-preço é excelente.

O nosso Roteiro

Fórum Romano

O império Romano é possivelmente o que melhor conhecemos e aquele que mais marcou a história europeia e portuguesa. No auge do seu poder, o império estendia-se da atual Inglaterra até à península arábica, dominando grande parte da Europa e praticamente toda a zona do mediterrâneo. Roma foi efetivamente a maior cidade do Mundo de 400 A.C. até 100 D.C.
Hoje em dia, existem vários locais no Mundo onde é possível visitar obras feitas pelos romanos, mas nenhum local no Mundo consegue reunir tanta história como o Fórum Romano. Bem no centro da cidade, foi relativamente fácil chegar ao fórum e fizemos todo o percurso a pé desde o nosso Hostel. Era de manhã cedo e isso permitiu-nos apreciar as ruas mais pausadamente por ainda estar pouca gente em circulação (Algo raro ao visitar Roma).
Para evitar filas tínhamos feito a reserva prévia online aqui. O bilhete online custou 14€, mais 2€ que o bilhete presencial, mas rapidamente percebemos que tinha valido totalmente a pena porque nos escapámos a uma fila extensa que já preenchia a zona de entrada do Fórum. Estávamos agora entre o monte palatino e o monte capitulino, naquele que outrora era o centro da vida pública romana.
A visita vale totalmente a pena e não se deixem desapontar pela ideia imediata de que são apenas ruínas. Na realidade, muito do edificado do fórum permanece intacto e bem cuidado, sendo até possível observar datas e texto gravados em muitas zonas do fórum. Todos os templos e locais de destaque no fórum estão devidamente sinalizados e acompanhados de uma imagem reconstituída e a a história associada àquele local.
Sentimos realmente que valeu a pena passar por aqui e que não haveria melhor forma de explorar o património romano sem ver com os nossos olhos as magníficas ruínas e edifícios do fórum. É um ponto obrigatório ao visitar Roma.
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Coliseu de Roma

A poucos metros do fórum romano está aquele que é o símbolo mais famoso de Roma e do império Romano. Como fãs do filme Gladiador, ansiávamos a visita ao Coliseu e o primeiro impacto quando nos acercámos deste imponente monumento foi simplesmente inesquecível. Por muito que tivéssemos imaginado como seria estar ali é impossível não ficar impressionado com o tamanho do coliseu, o bom estado de conservação da fachada exterior do mesmo e com os realces históricos visíveis do exterior.
Para entrar podem usar o bilhete do fórum sem qualquer custo adicional! A fila para entrar no coliseu é geralmente muito extensa e até mesmo no espaço interior se torna difícil circular e apreciar tudo com atenção devido ao excesso de turistas.
Durante o auge do império Romano o Coliseu era o palco de lutas de gladiadores e de espetáculos de circo, chegando a albergar mais de 70 mil pessoas. Hoje em dia, uma secção significativa do coliseu ruiu e a secção visitável no interior, apesar de manter a edificação original, encontra-se também um pouco desgastada, contrastando com o cuidado incrível da fachada exterior.
Este é um local obrigatório em qualquer roteiro para visitar Roma e um local especial para quem se interessa por história como nós.

Monumento a Vittorio Emanuele II e Plaza Venezia

Itália nem sempre foi um único país. De facto, só em 1861 é que os estados Papais e o Reino de Duas Sicílias se juntaram, formando aquilo que hoje conhecemos como Itália. Vitor Emanuel II foi o primeiro rei desta Itália Unificada e em 1935 foi inaugurado um monumento em sua honra.
Muitas vezes referido como um monumento em honra da pátria Itália, tudo neste local é grandioso. Num estilo neo-clássico destacamos as as esculturas que preenchem toda a base do monumento, com um grau de detalhe incrível e representando a sociedade, a justiça e a ordem. De facto trata-se de um monumento muito bonito e garantirá certamente muitas fotos espetaculares a qualquer visitante.
No interior do monumento há um museu que não visitámos. Ainda assim, a subida ao nível mais alto do monumento garante uma vista fantástica para a Plaza Venezzia, geralmente cheia de vida e rodeada de edifícios fantásticos. Aconselhamos a que percam algum tempo a explorar a zona superior do monumentos e o terraço limitado pelas colunas imponentes.
Muitos dizem que os países vão aparecendo e desaparecendo ao longo da história mas que as cidades ficam para sempre. De certa maneira, Roma é um bom exemplo disto, sendo uma cidade que foi uma república, depois capital de um Império, capital de vários reinos e finalmente, capital da Itália como hoje a conhecemos. A única constante desta cidade na história foi a sua capacidade permanente de resiliência e de dinamismo e é por isso que dizemos que é uma cidade com vontade própria.
Depois de termos visitado alguns dos monumentos mais famosos de Roma, vamos nesta parte do roteiro mudar de país (literalmente) e conhecer a história religiosa de Roma com uma visita ao Vaticano. Por fim, vamos conhecer mais algumas zonas da cidade que se destacam pela sua arquitetura e pela sua história, algo que é uma constante em quase toda a zona antiga da cidade. Não temos qualquer dúvida que muito mais haverá para visitar e contar, mas nesta parte do roteiro vamos dar destaque a alguns dos locais que gostámos mais.

Vaticano

Via da Conciliação (Via della Conciliazonne)

O Vaticano é um micro-estado que forma um enclave dentro da cidade de Roma. Com apenas 1000 habitantes permanentes, é a capital simbólica do Catolicismo e a residência oficial do papa, sendo visitada por milhares de pessoas diariamente. Existem várias avenidas de entrada no Vaticano mas optámos por entrar pelo lado Este, ou seja, após termos atravessado a ponte Vittorio Emanuele II, dirigimo-nos para a magnífica via da Conciliação.
Com uma arquitetura perfeitamente harmonizada e rica, esta Avenida larga é um local deslumbrante. O que nos impressionou acima de tudo é a vista para a basílica de São Pedro, imponente sobre uma Avenida frequentemente cheia de turistas e onde o cuidado tem de ser sempre redobrado (O Vaticano é o local da Europa com mais roubos por habitante!).
Queremos ainda destacar o alinhamento perfeito dos candeeiros largos e de aspecto clássico que tornam o ambiente em toda esta Avenida muito mais rico, dando a impressão de estarmos de certa maneira a caminhar para um tempo passado mas cheio de luxo e requinte, um pouco como aquele que marca várias zonas de Paris.
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Basílica e praça de São Pedro

Percorrida a via da conciliação estamos agora no local mais emblemático e impressionante do Vaticano: A Basílica de São Pedro. Sendo também património da UNESCO, esta Basílica ergueu-se ao longo da história neste local onde se encontra o túmulo de São Pedro, um dos doze apóstolos de Jesus e é considerada uma das maiores obras do renascimento. A entrada na basílica é gratuita e está apenas sujeita à apresentação do documento de identidade.
Dentro da basílica encontrámos uma riqueza ímpar, numa beleza e trabalhado como nunca tínhamos visto em qualquer igreja ou catedral. Destacamos a cúpula de Bramante, um dos pontos mais altos da basílica e que teve também a colaboração de Michelangelo. A visita à cúpula também é gratuita e vale totalmente a pena! Após a visita à basílica aconselhamos a que façam um passeio pela praça de São Pedro, o coração do Vaticano, onde é possível ter uma visão abrangente dos principais monumentos de referência deste local e, acima de tudo, contemplar uma vista com uma beleza única.

Museu do Vaticano

Este famoso museu é na realidade um conglomerado de vários pequenos museus, galerias e igrejas onde se reuniu ao longo da história um património artístico e histórico verdadeiramente único. Criado no século XVI, conta atualmente com mais de 20 mil obras em exposição, dispostas em mais de 50 câmaras e inclui a passagem pela famosa capela Cistina onde se encontra o tecto pintado por Michelangelo.
Antes de se deslocarem ao museu, aconselhamos que efetuem a reserva do bilhete online. As filas para a entrada são geralmente bastante extensas e chega-se a demorar mais de 1 hora à espera para tirar um bilhete. Assim, por 17€ podem fazer a reserva online aqui. Apesar da entrada ser única seguindo a rota sugerida, o grau de dispersão das várias câmaras do museu pode criar algumas dúvidas nos visitantes.
No nosso caso optámos por ir diretamente à capela Cistina. Aqui ficámos verdadeiramente impressionados com o grau de detalhe e de magnificência de todas as obras de arte que vimos. O trabalho de Michelangelo é fantástico e ao vivo transmite ainda mais uma sensação de beleza e perfeição que não é facilmente traduzida em palavras. Daqui, vimos as várias pequenas câmaras que se seguem: Capela de San Pietro, Sala dos Papiros e a Pinacoteca. Todas as câmaras que visitámos apresentavam uma riqueza tremenda, sendo a  maioria dos quadros e esculturas do século XVI e XVII.
Ainda merecedor de destaque nesta visita estão as escadas modernas de Bramante. Já tínhamos visto fotos deste local mas foi para nós uma verdadeira surpresa. Estas escadas localizadas no museu Pio-Clementino foram construídas tendo por base a famosa sequência matemática de Fibonacii. Esta sequência numérica reproduz um padrão que se encontra na música e na vida animal com alguma frequência.
Se ainda estão na dúvida se vale a pena pagar o bilhete e visitar este local o nosso conselho é para nem pensarem duas vezes porque é um museu verdadeiramente magnífico!

Roma

Castelo de Santo Ângelo

Depois de visitarmos o Vaticano não tivemos de andar muito para chegar ao próximo ponto do nosso roteiro. Imponente perante os nossos olhos estava agora o Castelo de Santo Ângelo, um edifício com uma torre larga circular e uma base amuralhada quadrangular, num estilo arquitetónico muito distinto do que estamos habituados a ver associado a castelos, com cores claras e uma forte influência neoclássica.
Originalmente construído mais de um século antes de Cristo, era o mausoléu do imperador Adriano e da sua família. Seguindo esta prática, também os restos mortais de outros imperadores foram aqui depositados posteriormente. Só mais tarde, já no século XIV é que este edifício viu um reforço das suas fortificações, passando a ser o bastião de defesa do Vaticano e o último reduto de proteção do papa em caso de cerco.
Atualmente esta estrutura é um museu, com um custo de entrada de 10,50€. A coleção interior é muito rica e diversa, com alguns quadros que gostámos bastante, no entanto, o ponto mais positivo da visita a este local é a vista privilegiada para o centro do Vaticano, com a Basílica de São Pedro em primeiro plano e as restantes estruturas do Vaticano ali tão perto. Diríamos que não será um ponto obrigatório de passagem, mas caso tenham possibilidade, este local oferece uma vista única que não irão encontrar em qualquer outro sítio.

Bairro de Trastevere

Andando pouco mais de 200 metros ao longo das margens do rio Tibre, estamos agora num dos distritos mais famosos de Roma, o Rione XIII, também chamado de Trastevere. Tão antigo como a própria cidade, este bairro era na sua génese principalmente habitado por pescadores, artesãos e agricultores e era caracterizado sobretudo pelo seu aspecto labiríntico.
Hoje em dia este é um ponto de passagem obrigatório por todos os visitantes desta cidade e um dos melhores passeios para absorver o verdadeiro espírito da cidade. Ficámos verdadeiramente impressionados com a vida e agitação deste bairro a qualquer hora do dia ou da noite e encontrámos aqui restaurantes e pequenos cafés aos quais queremos mesmo voltar.
O nosso destaque aqui vai sobretudo para a arquitetura do bairro, com muitos dos edifícios mantendo a sua estrutura inalterada há centenas de anos! É uma janela aberta o estilo arquitetónico Italiano, mas também para todos os amantes de história, porque escondidas nestas ruas labirínticas há imensas capelas e igrejas para visitar (A grande maioria gratuita!).
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Fontana di Trevi

Bem no centro da cidade velha de Roma encontra-se aquele que é um dos monumentos mais conhecidos desta capital. Construída no século XVIII, esta fonte é na realidade um adorno de um palácio, estando historicamente na confluência de 3 das estradas romanas mais movimentadas e daí o nome Trevie, como derivado de Tre vie, ou seja, três vias.
Visitar e observar a fonte é totalmente gratuito, no entanto, tivemos alguma dificuldade em chegar perto o suficiente para observar a fonte. A quantidade massiva de turistas, guias e vendedores de rua impede qualquer momento mais sereno de contemplação deste local fantástico. Ainda assim, destacamos a fachada que serve de fundo à fonte e o incrível trabalho escultural e artístico desta.
Tal como a tradição indica, deixámos algumas moedas no fundo na fonte, mas com a certeza de que não seriam em vão uma vez que todo o dinheiro recolhido da fonte reverte a favor de associações humanitárias da cidade de Roma.

Piazza Navona

No coração da cidade de Roma e rodeada de várias igrejas está uma das praças mais bonitas que já visitámos. A Piazza Navona congrega em si um tremendo peso histórico, tendo sido desenhada e construída ainda durante o período romano e também artístico, com um estilo arquitectónico variado e fruto das várias remodelações históricas que sofreu ao longo dos anos.
O que mais nos impressionou neste local é a vida e dinamismo que se encontram ao longo da praça, com várias banquinhas de rua e alguns espectáculos de música que decorrem simultaneamente. Tudo isto decorre por entre as estátuas magníficas dispersas na praça, fazendo desta uma dos nossas paragens favoritas nas cidade de Roma.
Se tiverem oportunidade, sentem-se um pouco num dos muitos bancos desta praça e deixem-se contagiar pelo ambiente leve e alegre que ali se vive, numa experiência fantástica e que não esquecemos. Aqui sentimos Roma no seu melhor!

Villa Borghese

Depois de visitarmos o Vaticano, tínhamos ainda no roteiro um local verdadeiramente fantástico e próximo da capital católica. A Villa Borghese é na realidade um complexo bastante extenso que engloba uma galeria de arte e uma área enorme de jardins. Localizada na coluna Pinciana, bem no centro de Roma, o acesso é bastante fácil e fizemos todo o percurso até lá a pé. A galeria Borghese foi construída no início do século XVII por ordem do Cardeal Scipiano Borghese. Apesar da coleção visitável nesta galeria ser bastante rica, optámos por não visitar a galeria e ir apenas aos jardins.
A entrada em todo o complexo é gratuita e é fácil ficarmos logo apaixonados pelo local. Os jardins da Villa Borghese são dos maiores da Europa e a sua principal vantagem face a outros parques e jardins desta dimensão é o facto de toda esta área ser na realidade uma exposição de arte ao ar livre. Efetivamente, aqui encontrámos vários recantos rodeados de colunas romanas, de fontes e repuxos com trabalhos magníficos e de alguns edifícios com coleções de arte visitáveis gratuitamente.
O que mais gostámos foram sobretudo os lagos e as vistas harmoniosas e relaxantes preenchidas com várias árvores de grande porte, flores e peças de arte. Consideramos este parque como um dos poucos locais para desligar temporariamente da azáfama constante da cidade e relaxar um pouco enquanto se desfruta simultaneamente do que mais belo a cidade pode oferecer.

Bocca della veritá

Não estamos a mentir quando dizemos que este é um dos locais mais “curiosos” que visitámos em Roma! Em português “Boca da Verdade” é uma escultura que fica no pórtico de Santa Maria e que se pensa datar do período romano. Esta é famosa por se dizer que funciona como detector de mentiras e que a boca se fecha sempre que alguém coloca a mão na pedra e diz uma mentira.
Experimentámos, e para além da pedra gasta por milhares de mãos, não sentimos nada de diferente. Constatámos pois que a lenda não era verdadeira, mas fica o entusiasmo por poder participar num ritual centenário e que é já famoso para todos aqueles que visitam esta cidade magnífica.

Piazza di Spagna e Scalinata di Trinitá

No último ponto do nosso roteiro está aquele que é possivelmente um dos locais mais mostrados desta cidade, mas dos menos conhecidos. A Piazza de Spagna fica mesmo no centro da cidade e tem esse nome por historicamente agregar naquele local a embaixada real espanhola e o gabinete de estudos cristãos. Os fãs de cinema já devem ter visto este local várias vezes, visto já ter sido cenário utilizado em vários filmes, inclusive nos filmes de Frederico Felini e também em alguns filmes de ação mais modernos.
Desta praça parte aquela que é uma referência da arquitetura italiana, a scalinata di Trinitá, assim chamada porque culmina no seu topo com a igreja da Trinitá. A sua construção foi ordenada pelo papa Bento XIII e mantém muitas das referências arquitetónicas que encontrámos no Vaticano, com tons claros e de inspiração neoclássica. O que mais gostámos aqui foi o facto de existirem vários patamares na escadaria que oferecem vistas magníficas para a cidade. Destaque também para todo o enquadramento de estilos e cores neste local, numa harmonia perfeita e muito relaxante para quem visita.
E assim encerramos o nosso roteiro pela cidade de Roma. Sem qualquer dúvida que esta é uma cidade que existe para ser visitada, descoberta e absorvida. Sentimos que o ritmo deste local pode ser demasiado acelerado ao início, mas rapidamente nos integramos também nesta rede dinâmica de vida que povoa esta cidade a cada hora do dia. É um destino que aconselhamos a qualquer turista e a onde queremos voltar sem qualquer dúvida!
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